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Aviação Agrícola

Histórico

A aviação agrícola é praticada em todos os continentes, totalizando mais de 40 mil aeronaves em todo o mundo, sendo que a sua maior parte opera nos Estados Unidos e na União Soviética. Na Austrália e Nova Zelândia a aviação agrícola é muito utilizada em operações de aplicação aérea de agroquímicos e fertilizantes em áreas de reflorestamento. Setenta por cento da proteção química nas terras agrícolas dos Estados Unidos são aplicadas com aeronaves. Em toda a nação, existem aproximadamente 15 mil aeronaves dedicadas ao uso agrícola.

A aviação agrícola no Brasil teve inicio no ano de 1946, um ataque de gafanhotos devastava a região Sul do Brasil, mais precisamente a região de Pelotas (RS), então o Engenheiro Agrônomo Leôncio Fontelles, Chefe do Posto de Defesa Agrícola do Ministério da Agricultura em Pelotas juntamente com o Comandante Clóvis Candiota, utilizando um avião de instrução modelo Muniz M-7 (Prefixo PP-GAP) do aeroclube de Pelotas, realizaram em 19 de Agosto de 1947 a primeira aplicação aérea no Brasil. Esse trabalho conjunto entre Leôncio Fontelles e Clóvis Candiota teve repercussão nacional e "marcou" o dia 19 de Agosto como o "Dia Nacional da Aviação Agrícola". O piloto civil Clóvis Candiota é considerado o Patrono da Aviação Agrícola no Brasil.

O altíssimo rendimento operacional da aviação agrícola, durante as últimas safras no combate à Ferrugem, possibilitou a aplicação correta dos defensivos agrícolas no momento oportuno para o controle dessa doença.
Fica evidente, nesse atual cenário de perdas, a necessidade do desenvolvimento imediato da aviação agrícola no Brasil, pois, para reverter esse quadro catastrófico, serão necessários, muita segurança e rapidez no controle químico das doenças e pragas inesperadas, que só a aviação é capaz de fazer.

 

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